No contexto das terapias alvo direcionadas a alterações em ALK ou ROS1, o Lorlatinibe 100 mg pode ser avaliado como parte de protocolos oncológicos baseados em critérios moleculares específicos. Em determinados cenários clínicos, outros inibidores de ALK, como o
Crizotinibe ou o Ceritinibe, também podem ser considerados, conforme a alteração genética identificada, a linha terapêutica e a avaliação do médico responsável.